A importância de estabelecer metas para seu negócio

Quais são os seus objetivos? Objetivos são resoluções para alcançar um resultado desejado. Seja a curto ou longo prazo, eles fornecem uma compreensão clara do que a empresa está se esforçando para realizar. Definir metas de curto prazo para atingir metas de longo prazo relacionadas é uma chave para o sucesso da maioria dos negócios. Pensar em metas de curto prazo como “paradas ao longo do caminho” para grandes metas pode compartimentar os processos sem perder de vista o quadro geral. Ter metas dá às tarefas diárias mais significado e esclarece o raciocínio por trás das decisões da empresa. Objetivos x Desejos Declarações separadas dos objetivos. “Minha empresa vai ganhar dinheiro neste trimestre” é uma declaração, não uma meta. Para transformar declarações em metas, as empresas devem seguir procedimentos comprovados de definição de metas; Caso contrário, os objetivos são meramente desejos inatingíveis. Esforço de equipe Estabeleça metas para indivíduos, departamentos ou para o negócio como um todo. Considere divulgar as metas para os dois últimos dentro da empresa. Isso pode resultar em um esforço de equipe, se adequadamente apresentado, e os funcionários podem sentir um senso de responsabilidade e camaradagem. Isso pode ajudar a elevar o moral e ajudar a concretizar os objetivos. A contribuição dos funcionários durante os processos de definição e implementação de metas também pode ajudar a manter as metas realistas e atingíveis. Definir metas sempre A definição de metas não é um evento único ao formular seu plano de negócios, mas um processo contínuo. Os mercados mudam e tanto a economia quanto as vendas flutuam,então o proprietário experiente deve aproveitar todas as situações. Mesmo pequenos objetivos estabelecidos no meio de uma crise podem ter um impacto positivo quando as coisas melhoram. Quando o seu negócio está florescendo, as metas ajudam a manter ou aumentar os bons tempos, e podem atuar como uma proteção durante quedas inevitáveis. Fonte: https://smallbusiness.chron.com/importance-setting-goals-business-834.html
O Cliente Ideal

Antes de pensar qual cliente você quer para sua empresa, você sabe dizer se a sua empresa é a ideal para o seu cliente? Para ajudar a nortear essa reflexão, vamos trazer o conceito de Diferenciação, um dos quatro fundamentos do Marketing 1to1 definidos pela primeira vez por Don Peppers e Martha Rogers no livro “The One to One Future” (1993). De acordo com os autores, podemos dividir esse quarteto em duas grandes áreas: Conhecimento do Cliente e Experiência do Cliente. A primeira delas inclui a Diferenciação e a Identificação, pois quanto melhor a empresa tratar as informações da sua base, maior será seu conhecimento sobre seus clientes e sua capacidade de diferenciar. Já o segundo campo se refere à capacidade de execução da empresa, por meio de Interação e Personalização. Está se questionando a respeito de por onde começar? Um bom caminho pode ser: ao Identificar cada cliente, buscar diferenciá-los por valor, comportamento e necessidades, Interagir com eles, lembrando do histórico de conversas, e personalizar sua atuação, oferecendo produtos, serviços e comunicação de acordo com as necessidades dele. Não é difícil entender esse roteiro, o cliente tem necessidades que direcionam o seu comportamento e geram um valor para a empresa, porém é complexo executá-lo. A dificuldade aqui é que a maioria das empresas possui informações pouco estruturadas sobre o que seus clientes necessitam, sabe muito sobre o valor e um pouco sobre o comportamento. Consequentemente, muitas vezes erra ao oferecer produtos ou serviços inadequados. Olhando de dentro para fora, ou seja, do ponto de vista corporativo, o valor dos clientes é tudo aquilo que a empresa define como importante a ser considerado e alocado sobre eles e é a parte mais visível e fácil de ser estruturada para um modelo de diferenciação. Ele pode ser composto pelo Real (quanto o cliente vale hoje para a empresa, com base em seu histórico) e o Potencial (quanto poderá valer no futuro, considerando o que possivelmente poderá adquirir ao longo do relacionamento com a empresa). Ter e usar informações comportamentais para criar grupos de clientes é fundamental. Para isso, é essencial saber, por exemplo, a frequência de compra, se a pessoa que adquire os produtos ou serviços é a mesma que os utiliza, quais são as formas de pagamento preferenciais e se sua busca costuma ser por preço ou serviço de alto valor agregado. As informações disponíveis nos diversos pontos de contatos dão suporte à interação com o cliente e complementam o perfil de cada um deles. O passo seguinte é entender as necessidades individuais desses clientes, que frequentemente têm relação com o valor deles. As genéricas incluem desejos, vontades e preferências e são fundamentalmente diferentes de dados demográficos. O fato de agrupar tipos de clientes pode ajudar a criar grupos de necessidades, mas dentro destes times há distinções. As dimensões Valor, Comportamento e Necessidades foram desenhadas para facilitar e ajudar a implementar o processo evolutivo do modelo de diferenciação. Para obter melhores resultados, a dica é começar por organizar esses dados e oferecer uma boa experiência. Se sua empresa não é capaz de entregar mais do que cinco pacotes personalizados, não crie mais do que cinco grupos de clientes, pois isso só irá gerar “ruído” interno e não fará a menor diferença para os clientes. Lembre-se da mais importante lição: “tratar clientes diferentes de forma diferente”. Se for para fazer tudo igual, não faz sentido ter um modelo de diferenciação. Conhecer bem o cliente faz com que a empresa tenha uma grande vantagem competitiva, desde que use bem o conhecimento existente. Para finalizar, voltamos à reflexão inicial: Você sabe quem é o cliente ideal para a sua empresa e se a sua empresa é a ideal para o seu cliente? Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/voce-sabe-quem-e-o-cliente-ideal-para-sua-empresa/127913/
A importância de um bom líder

Um bom líder auxilia a descobrir os meios de se alcançar objetivos. Um dos requisitos primordiais para as empresas almejarem longevidade no mercado atual é uma boa liderança, mas não apenas no nível estratégico. Se faz necessária a presença de bons lideres em todos os níveis de uma organização, afinal um bom líder faz com que seus subordinados trabalhem com afinco por um objetivo visto como sendo para o bem comum. No contexto de uma plena liderança, o líder não vê as pessoas abaixo dele como mera mão de obra, mas sim como parte importante da organização. Como foi dito pelo maior líder de todos os tempos, Jesus Cristo, liderar é servir, é querer bem o outro como a si próprio. Um bom líder é querido pelo grupo, isso facilita muito o completo alinhamento dos mesmos como a cultura organizacional e com os objetivos da empresa. O conceito de líder se difere bastante de patrão, visto que liderar não busca apenas o fim, mas sim auxiliar a descobrir os meios para alcançar os objetivos propostos, não é apenas dar ordens e cobranças, mas sim incentivos. Busca criar uma relação de confiança com as pessoas que se relaciona. Desde o final do século passado foi instaurada a busca incessante pela inovação, e dentro deste contexto também se encaixa o papel de um bom líder, sendo o mesmo um gestor de mudanças, essas que atualmente ocorrem diariamente. A presença de um bom líder dentro de um ambiente de trabalho faz com que sua equipe produza resultados magníficos, pois alinha os objetivos pessoais com os da organização, faz com que os colaboradores “vistam a camisa” da empresa e isso sem dúvida fará com que ocorra sinergia entre as pessoas. Sem contar o fato de que diversos novos líderes irão se desenvolver, pois ocorrerá inúmeros incentivos para que o capital humano exerça um papel de liderança e esse desenvolvimento acarretara uma perpetuação do líder dentro da organização. Tomando como base que um bom líder aumenta e muito a produtividade dentro da empresa e levando isso para um contexto macro, o aumento da presença de líderes ocasionará uma melhora do país como um todo, pelo fato de que pelo consenso geral um dos maiores problemas de nosso país é a baixa produtividade. Tendo em vista a importância do papel da liderança dentro de uma organização se faz necessário maiores incentivos por parte das mesmas, na formação de novos líderes e na qualificação dos já existentes, isso sem qualquer resquício de dúvida fará com que a organização caminhe a passos largos para o progresso, ao perceberem isso as empresas e implantarem tal sistema, as organizações irão conquistar inúmeros benefícios, dentre eles o de uma possível perpetuação no mercado. Fonte:https://administradores.com.br/artigos/a-import%C3%A2ncia-de-um-bom-l%C3%ADder Tags:
A Necessidade de Foco

Poucas empresas podem se dar ao luxo de oferecer muitos produtos a um mercado variado demais. Já foi o tempo em que um importante desafio para as indústrias de bens de consumo era produzir. Hoje a dificuldade maior é conquistar e manter clientes para que a empresa prospere. Um fato comum nas empresas e que potencializa essa dificuldade é o erro ao definir quais produtos produzir e para quem vender. Via de regra o portfólio de produtos é amplo demais, assim como o público definido. Poucas empresas podem se dar ao luxo de oferecer muitos produtos a um mercado variado demais – o que eu chamo de oferecer tudo a todos – e ainda assim obter lucro. As empresas que fazem isso com sucesso normalmente são muito maduras e já exploraram outras estratégias durante o seu processo de crescimento. Entre os principais problemas em oferecer uma variedade de produtos grande demais, podemos citar a baixa produtividade, o alto custo de produção e a baixa associação da empresa a um tipo de produto. E a maior dificuldade que aparece ao oferecer produtos a um público muito variado é conseguir atender às suas necessidades adequadamente. Se o público muda, suas necessidades e desejos também. Para uma empresa que ainda está no processo inicial de seu negócio, em busca de uma fatia maior do mercado, de reconhecimento do público ou tentando fortalecer a sua marca, a estratégia apropriada é a de ter um foco muito bem definido. Se a empresa se concentra em uma área menor, aumenta sua força competitiva. Embora o foco possa ser definido em variáveis ligadas à distribuição, como a área geográfica ou tipo de canal de vendas, é importante que seja corretamente definido em termos de produtos e mercados. Se o negócio for novo, ficará muito mais fácil para a operação e para o maior reconhecimento do público se a empresa optar pela especialização em apenas um tipo de produto em apenas um mercado. A escolha do tipo de produto a ser oferecido parte da análise da capacidade e dos talentos da empresa, da oferta da concorrência (pois a empresa busca oferecer algo diferente de seus competidores) e da demanda do mercado. A definição do público depende de uma análise de como o mercado consumidor pode ser dividido. Buscamos dividi-lo em segmentos menores e mais homogêneos quanto ao comportamento de consumo e lucratividade para a empresa. No mercado de produtos infantis, devemos considerar que a criança se desenvolve por estágios em que sua capacidade e habilidade psico-motora e cognitiva define suas necessidades de consumo e altera seu papel no processo de compra. Como selecionar produtos e mercados. Avaliando as diferentes necessidades, capacidades e papéis de compra que o mercado consumidor de produtos infantis apresenta, a empresa deve se decidir por um ou mais segmentos para os quais esteja preparada a atender com produtos diferenciados e lucrativos. Fatores como crescimento do mercado e risco também devem ser considerados. Na medida em que a empresa tenha explorado tudo o que permite a escolha inicial de um tipo de produto para um segmento de mercado, há outros caminhos a percorrer. Ela pode escolher de forma seletiva outros tipos de produto e outros segmentos de mercado, desde que haja sinergia com os produtos e mercados atuais. Outro caminho é ampliar sua linha de produtos para o mesmo mercado que já atende. É a chamada especialização por mercado. Um exemplo é um fabricante de moda infantil que oferece roupas, calçados e acessórios apenas para meninas de 3 a 7 anos. Uma estratégia alternativa seria escolher diferentes mercados, mas oferecendo apenas um tipo de produto. É a especialização por produto. Um exemplo é um fabricante de mochilas que atende a meninos e meninas em seus diferentes estágios de desenvolvimento. Caso a empresa não selecione mercados específicos para oferecer produtos adequados a eles, poderá perder em cada segmento para um concorrente especialista. Além disso, a falta de foco tende a gerar custos pela necessidade de adaptar produtos, pela baixa eficiência na produção, pela dificuldade de encontrar profissionais adequados para a área administrativa e pelas altas despesas com comunicação e promoção. O processo de expansão de um segmento a outro deve ser acompanhado de muito cuidado, pois os planos futuros de expansão não devem ser conhecidos pela concorrência. Tomados esses cuidados, suas chances de sucesso são muito maiores. Tags: Marketingnegociodesempenho#marketing # necessidadedefoco #focoempresarial#produto#empresa#mercadoMarketing e vendas
Home Office: Tendência que deve se tornar realidade pós pandemia.

Não é mais surpresa para ninguém que o trabalho remoto nunca esteve tão em alta no Brasil. Prezando pela segurança e saúde de seus colaboradores em meio à pandemia da COVID-19, empresas de todo o país se adaptaram ao home office para reduzir os riscos de contaminação entre seus empregados e respeitar o isolamento social imposto durante o estado de calamidade pública. Porém, o modelo de trabalho a distância está funcionando para organizações e profissionais? Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman e Wakefield, o home office já caiu nas graças de líderes e gestores. Para 84,4% dos líderes entrevistados, o trabalho remoto é classificado como uma experiência totalmente positiva ou como uma prática que tem mais pontos positivos do que negativos. Somente 15,6% têm mais críticas do que elogios ao trabalho à distância ou o consideram como experiência unicamente negativa. De acordo com o levantamento, 73,8% já adotam ou planejam ter o home office como uma prática definitiva após o término da pandemia, enquanto 26,2% não tendem a seguir com o modelo quando a crise do novo coronavírus tiver fim. O estudo revela também o quanto o percentual de empresas que desejam adotar o modelo de trabalho remoto chama a atenção, uma vez que, das empresas ouvidas na pesquisa, 42,6% nunca haviam utilizado a prática remota antes da quarentena e sequer imaginavam essa possibilidade, e 23,8% afirmaram que o home office era algo em estudo, mas não definido. Das que afirmaram que já adotavam o modelo, 26,2% o faziam de forma parcial e somente para alguns cargos e dias da semana, enquanto uma minoria (7,4%) declarou que a organização adotava o modelo de forma mais abrangente, incluindo diversos cargos e em dias variados da semana. “O que notamos mais fortemente como tendência futura é o menor adensamento de pessoas nos escritórios. Isto é, as pessoas devem trabalhar de forma a se respeitar o distanciamento social, não somente pelo risco de contaminação pelo COVID-19, mas também pela segurança de todos em casos similares”, afirma Natália Pozzani, Head de Marketing da Cushman & Wakefield. Confira a matéria completa no link:
Crônica sobre conhecimento x compreensão

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta: — Quantos rins nós temos? — Quatro! – responde o aluno. — Quatro? – replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos. — Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. – ordena o professor a seu auxiliar. — E para mim um cafezinho! – replicou o aluno ao auxiliar do mestre. O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre: — O senhor me perguntou quantos rins ‘NÓS TEMOS’. ‘NÓS’ temos quatro: dois meus e dois seus. ‘NÓS’ é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim. Moral da História: A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento. Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o têm, se acham no direito de subestimar os outros.
Kanban: O que é, como funciona e como implantar esse método.

O método Kanban é um sistema utiliza cartões de cores diferentes ou tamanhos diferentes para designar e especificar tarefas. Dessa forma, se aprimora a administração a partir de cartões de sinalização para controle de fluxos. Assim, se sabe quais tarefas precisam ser feitas, estão sendo feitas e as que foram concluídas. Ele normalmente é utilizado em empresas de produção para indicar o funcionamento dos fluxos de produção. O Kanban é um sistema que visa: Também conhecido como método de gestão visual, o Kanban faz parte de uma das técnicas desenvolvidas pelos japoneses da Toyota dentro do modo de produção Just In Time (JIT). Ou seja, o Kanban não é o JIT, mas sim, parte dele. O sistema Kanban está baseado em referências visuais que são atreladas aos produtos, lugares comuns, murais da linha de produção ou até mesmo em computadores que utilizam uma espécie de método Kanban eletrônico para funcionar. Neste artigo, você conhecerá um pouco da história, da aplicação e das muitas experiências nos quais são utilizados os Kanbans até os dias de hoje. Reportagem no link: https://blog.egestor.com.br/kanban/
Formatos de Logística Reversa

A Logística Reversa pode se apresentar em dois formatos: no pós-venda e no pós-consumo. No primeiro, o produto retorna à cadeia de distribuição antes de ter sido usado pelo consumidor ou em casos de pouco uso (pela identificação de defeito ou por algum erro no processamento do pedido, por exemplo). Para isso a empresa precisa planejar o recebimento e encaminhamento dos itens, estabelecendo meios de controle do fluxo físico e das informações logísticas dentro de sua estratégia de organização. Muitas vezes, o produto pode passar por melhorias e voltar a ser comercializado, agregando valor. Já na Logística Reversa no pós-consumo, o produto foi adquirido, utilizado e descartado pelo consumidor, pelo término de sua vida útil ou porque sua validade chegou ao fim, portanto considerado impróprio para o consumo primário. Da mesma forma que no pós-venda, a empresa deve se preparar para receber os itens e dar-lhes o devido encaminhamento, que pode ser a reutilização para retorno ao ciclo produtivo, a reciclagem ou o desmanche seguido pela destinação ambiental adequada (apenas se a reintrodução no mercado for inviável). A Logística Reversa é uma estratégia de diferenciação e tudo começa pela elaboração de um plano para delimitar as ações, da coleta à reutilização, reciclagem ou desmanche. Depois, como em qualquer planejamento para o negócio, o segredo está na implantação gradativa das medidas, avaliando os resultados. Busque mais informações, estude o assunto, acredite na ideia e colha os frutos da proposta. Matéria no link: https://revistamundologistica.com.br/glossario/o-que-e-logistica-reversa